Para tudo se tem uma primeira vez, e a esta foi confiada tanta importância que recebeu até um nome especial: começo.
Ah… o começo. Este é assustador, não? Basta perguntar ao mais novo integrante do planeta no momento de sua estréia. Ele responderá em alto e bom som, no tinir de seus jovens pulmões: BBBBUUUUÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ.
Às vezes, o começo nos é imposto, nos tira de uma zona de conforto, a qual não precisa necessariamente ter líquido amniótico e ser o útero materno. Mas não é de se espantar a existência do choque que acompanha os começos. Afinal, o que a pobre criatura pode esperar desse novo mundo, frio e seco?
Porém, o começo nem sempre merece essa nossa usual relutância e pasmem! Ele merecia sim, muitas vezes, nosso entusiasmo.
Uma música nova que entra pelos ouvidos clandestinamente pode ser a chave para um novo mundo de ritmos intrigantemente estranhos. E é aí que percebemos que nossa zona de conforto estava mais para uma área de limitação. Não podemos permitir que esta limite nossas descobertas.
Comecemos… não com o pé direito. Comecemos de corpo inteiro.
18 de janeiro de 2009
por Letícia Magalhães
Ingridy! Lindo o texto! Ele nos leva a refletir sobre a importância de enfrentar o futuro e fazer novas decobertas!
continue escrevendo , esse dom é para poucos e vc foi privilegiada! quero ler mais textos seus e me maravilhar cada vez mais! Parabéns! ;P
18 de janeiro de 2009
por Natasha Dal Sotto Gentil
Didii quanta genialidade!!! Seus textos sao otimos. Sobre este tema de descobertas soubestes muito bem construir os argumentos de maneira a prender a aten;ao do leitor. Continue assim, escreva muito pois ainda lerei muitos textos seus, espero. Parabens!!
23 de janeiro de 2009
por Fernanda Harumi
Impressionante!
x)
(sem palavras)
Parabens Ingridyyyyy!
BeijaO
25 de janeiro de 2009
por ESTHER
maravilhoso seu texto ingridy!
parabens, continue escrevendo assim.
bjus