Dada! Dada!

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Editorial

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Os homens são tão necessariamente loucos que não ser louco seria uma outra forma de loucura.

Necessariamente porque o dualismo existencial torna sua situação impossível, um dilema torturante. Louco porque tudo o que o homem faz em seu mundo simbólico é procurar negar e superar sua sorte grotesca. Literalmente entrega-se a um esquecimento cego através de jogos sociais, truques psicológicos, preocupações pessoais tão distantes da realidade de sua condição que são formas de loucura – loucura assumida, loucura compartilhada, loucura disfarçada e dignificada, mas de qualquer maneira loucura.

Ernest Becker. A negação da morte.

Com esse excerto de Ernest Becker, abracemos a bandeira da insanidade (pelo menos por hoje) e encaremos as psicoses como parte natural e fundamental de nós mesmos. Dada!

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Café forte com muito açúcar

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Memória

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Finito e Condicional

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Palha, Tesoura, Cabelo e Cerveja.

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Piromania

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Porquinhos no Divã

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